EUA: Dispara no vizinho após “violação telepática” da mulher

EUA: Dispara no vizinho após “violação telepática” da mulher


Um norte-americano de 54 anos, acusado de tentativa de homicídio e posse de arma ilegal, terá disparado um tiro no vizinho por acreditar que ele tinha “violado telepaticamente” a sua mulher
Foi, pelo menos, essa a justificação que Michael Selleneit deu em tribunal, num depoimento no qual não se esqueceu de mencionar que o guitarrista Eddie Van Halen costuma “visitá-lo na mente”.
O crime ocorrido num quintal de Centerville, no estado do Utah, em Outubro de 2011, foi explicado pelo autor como um acto de legítima defesa, visto que o vizinho teria “violado telepaticamente” a sua mulher em várias ocasiões. E, não satisfeito com isso, fez-lhe “ameaças telepáticas”.
A advogada de defesa de Selleneit alegou que o cliente sofreu uma lesão cerebral durante a adolescência, o que contribui para que, desde o final dos anos 90, tenha alucinações recorrentes nas quais é ameaçado e a sua mulher violada.
Os médicos que examinaram o réu concluíram que ele sofre de uma doença mental que o acompanhará até ao final dos seus dias.
Por seu lado, a mulher, três anos mais velha, é acusada de ter comprado a arma e de impelir o marido a abater o vizinho, encontrando-se hospitalizada.

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Orgias: Sexo sem tabus. Do swing às festas mais exclusivas

Orgias: Sexo sem tabus. Do swing às festas mais exclusivas


Os locais costumam ser secretos e só os membros da comunidade os conhecem. Estes encontros sexuais vão desde o swing em clubes restritos, para casais, a festas exclusivas combinadas por SMS e abertas a pessoas solteiras. Há orgias gratuitas e outras onde a entrada custa mil euros.
Em Lisboa, Porto e Coimbra há clubes onde só são permitidos casais swinger e onde “as festas acabam por proporcionar orgias”, conta Sofia, uma advogada de 35 anos, que frequenta estes locais com o marido. “Num dos clubes há um quarto enorme onde cabem, à vontade, uns 20 casais. É normal, ao final da noite, depois de dançar e de beber um copo, alguns casais irem para lá e envolverem-se”, explica Sofia, acrescentando que estas situações se proporcionam mais quando há festas temáticas.
Mas as orgias não se restringem a clubes onde é o acaso que dita este tipo de envolvimento sexual. Há festas mais privadas. Jorge, 41 anos, recebe o convite por SMS todas as semanas: “Costuma chegar às quintas-feiras e já com a divulgação do local para um encontro no sábado seguinte”. O encontro ocorre, normalmente, numa moradia na zona de Cascais e resume-se a grupos de 16 pessoas – com idades entre os 20 e os 40 anos – que se conhecem entre si e que fazem convites através de amigos de amigos.
Há, ainda, as festas que são publicitadas como as mais exclusivas do País. Realizam-se em barcos, hotéis ou palacetes e garantem luxo e erotismo por mil euros. Estes encontros são negócio para uma empresa de organização de eventos privados de cariz erótico e sexual, a Purília.
Para ser convidado não basta pagar. O processo de selecção é longo e exigente. Além de serem solicitadas fotografias de rosto e corpo, os candidatos têm de enviar um currículo para avaliação do nível cultural. Ultrapassados os vários níveis de acesso, as mulheres devem usar vestidos de noite e os homens fatos escuros

Casal apanhado a fazer sexo no WC dos New York Yankees

Casal apanhado a fazer sexo no WC dos New York Yankees


Chegaram a perceber que estavam a ser observados por intrusos, mas isso não impediu um casal de manter relações sexuais durante um jogo de basebol no estádio dos New York Tankees.
A cena ocorreu no mês passado, durante a partida da equipa da casa com o Tampa Bay Rays.
No entanto, só agora a filmagem foi parar à Internet e está a dar que falar nas redes sociais.
A história foi revelada pelo jornal ‘New York Post’ que deu conta que várias pessoas, ao aperceberem-se da cena, começaram a fotografar e a filmar a ousadia.
Os Yankees optaram por não comentar o caso.

Mulher acusada de fazer sexo no táxi aparece no tribunal toda coberta

Mulher acusada de fazer sexo no táxi aparece no tribunal toda coberta

Uma executiva britânica responde a um processo criminal no Dubai, nos Emirados Árabes, por fazer sexo no banco de trás de um táxi. Detalhe: com o taxista ao volante. Apesar da audácia de Rebecca Blake, de 29 anos, ela apareceu no tribunal coberta dos pés à cabeça, vestindo um hijab, véu usado por mulheres islâmicas.
Rebecca e o amigo irlandês Conor McRedmond apanharam um táxi após uma noite de bebedeira com os amigos. Quando o motorista espiou pelo retrovisor, os dois estavam trocando carícias quentes, como se não houvesse mais ninguém ali. O taxista parou o carro ao lado de uma viatura da polícia para fazer a queixa. Quando voltou com um oficial, flagrou os dois em pleno ato sexual.

Segundo o site “Mail Online”, Rebecca se recusa a falar sobre o que aconteceu no táxi, e diz que tudo não passa de um “borrão” na cabeça dela.
- Nós estávamos no táxi há cinco minutos, antes de o motorista encostar o carro. Eu não posso falar sobre o que houve no veículo por razões legais. Mas eu não sei o que se passou. É tudo um borrão e eu realmente não me lembro de como as coisas aconteceram – disse ela, em entrevista ao jornal “The Sun”.

Os dois foram presos e ficaram cinco dias na prisão. Eles são acusados de manter relações sexuais fora do casamento e de se embebedar em lugar público, o que é considerado crime na lei islâmica. Durante esse tempo, Rebecca disse que viveu um inferno na cadeia, sofreu ataques de pânico e foi até mordida por baratas. Por causa do escândalo, ela perdeu o emprego. O casal pode ser sentenciado a até três anos de prisão, de acordo com a legislação local.
- Vivi o pior pesadelo que se pode imaginar, na prisão – disse ela. – Estou a me preparar para voltar para a cadeia, e realmente não sei como lidar com isso. Eu não sei se vou. Eu poderia acabar comigo se tivesse que voltar para aquele buraco do inferno.

Homem é preso por invadir estábulo e fazer sexo com cavalo

Homem é preso por invadir estábulo e fazer sexo com cavalo

O norte-americano Patrick Louis Linn, de 44 anos, foi preso no condado de Gadsden, no estado da Flórida (EUA), acusado de invadir o estábulo de um vizinho e fazer sexo com um cavalo, segundo a emissora de TV “WTSP”.
Linn, que foi detido em 2010 pelo mesmo crime, foi apanhado pelas câmeras de vigilância abusando do animal. A proprietária Priscilla McDearmid olhou as imagens gravadas pelas câmeras após encontrar um frasco com lubrificante sexual no estábulo.
O suspeito foi levado para a cadeia do condado de Gadsden com uma fiança de US$ 42.500. A Justiça marcou a audiência preliminar para o dia 30 de outubro.

EUA: Crianças assistem a porno durante filme de ‘Lilo & Stitch’

EUA: Crianças assistem a porno durante filme de ‘Lilo & Stitch’


Três crianças de Fairview (EUA) estavam a assistir ao filme de ‘Lilo & Stich’, da Disney, quando os desenhos animados foram interrompidos por cenas de pornografia durante alguns minutos, divulgou o ‘New York Daily News’ na terça-feira.
A mãe das três crianças, Georgie Brown, queixa-se de que o filme ‘Lilo & Stitch’, transmitido no Disney Channel, foi interrompido com conteúdo pornográfico.
Como os filhos adoram o pequeno extraterrestre ‘Stitch’, a mãe gravou o filme para os filhos verem mais tarde. Quando eles chegaram, carregou no botão de ‘play’ e saiu da sala. Um minuto depois, as imagens do filme da Disney começaram a desaparecer e a dar lugar a um acto sexual entre um homem e uma mulher. Só seis minutos depois é que o filme infantil voltou a aparecer.
“Ouvi sons que não poderiam ser de ‘Lilo & Stitch’”, disse a mãe norte-americana. Foi então que correu para a sala e desligou a televisão.
Contudo, os seus filhos, de um, três e quatro anos, já tinham assistido à cena pornográfica. A filha estava a chorar e o filho mais velho tinha as mãos a tapar os ouvidos.
Primeiro, Georgie pensou que os filhos tinham mudado de canal, mas acabou por descobrir que a cena de pornografia tinha sido acidentalmente transmitida pelo satélite.
John Hall, da Dish Network, disse que se trata de um caso sério e que os técnicos estão a tentar perceber a causa do incidente.
“Temos controlos técnicos, incluindo encriptação de conteúdos, para ter a certeza que os clientes assistem apenas ao conteúdo que lhes interessa”, referiu.
Georgie lembrou que a cena explícita de sexo foi transmitida por volta das 12h30 locais, a 7 de Setembro.

Prostituta extorquiu mais de 400 mil euros

Prostituta extorquiu mais de 400 mil euros


O Tribunal da Covilhã começa a julgar na quinta-feira dez arguidos, entre os quais uma prostituta acusada de seduzir e extorquir milhares de euros a homens ameaçados por cúmplices, com ajuda de um chefe de polícia.
A vítima que perdeu mais dinheiro terá ficado sem 400 mil euros e teve de recorrer ao Rendimento Social de Inserção. Segundo a acusação, até o marido da principal arguida caiu na miséria, necessitando de ser apoiado por uma instituição antes de morrer.
O caso, investigado pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), tem dez arguidos, sendo que a mulher, Janete Pires, 39 anos, e o companheiro, Ricardo Madaleno, 33 anos, cantoneiro da Câmara da Covilhã, estão em prisão preventiva.
Janete, natural do Brasil, assume-se como prostituta, dirigiu uma casa de alterne e está acusada de oito crimes: extorsão na forma continuada, associação criminosa, burla qualificada, lenocínio, auxílio a imigração ilegal com intenção lucrativa, corrupção activa e dois crimes de falsificação de documento.
Segundo a acusação, Ricardo era um dos cúmplices que entrava nos estratagemas de Janete, ameaçava e agredia vítimas para entregarem elevadas quantias em dinheiro.
Está acusado, em co-autoria com outros arguidos, dos crimes de extorsão na forma continuada, falsificação de documentos e um crime de associação criminosa.
Respondem pelos mesmos crimes Maria Alcina Pinheiro, casada, 50 anos, companheira de casa de Janete, e Mário Serrano, solteiro, 34 anos, que acompanharia Ricardo nas agressões e ameaças.
Além destes ilícitos, Francisco Casteleiro, casado, 55 anos, chefe da PSP da Covilhã (actualmente suspenso) é acusado da autoria singular de um crime de corrupção passiva.
O Ministério Público considera que o polícia teve “uma importante participação” na associação criminosa, sobretudo com “obtenção de dados pessoais para execução no terreno das práticas ilícitas”, recorrendo a “meios do Estado”. Outros quatro arguidos são o proprietário e instrutores da escola de condução Moncorvense, que respondem por alegada falsificação de cartas de condução.
Há ainda uma arguida, Isabel Gregório, divorciada, 46 anos, funcionária bancária no Fundão, acusada de falsificação de documentos, por entregar segundas vias de cadernetas bancárias a Janete, com as quais levantava dinheiro das vítimas.
Segundo o Ministério Público, trata-se de “um grupo criminoso no qual todos os membros têm funções definidas e parte nos lucros”. Janete Pires requereu abertura de instrução do processo, mas a juíza concluiu que “os indícios não só permaneceram intactos, como até se fortaleceram quanto aos crimes de lenocínio e auxílio à imigração ilegal, cometidos pela arguida”.
Além do que venha a decidir a Justiça portuguesa, a principal arguida já tem pena de prisão para cumprir no Brasil. Foi “julgada e condenada numa pena de dois anos e sete meses pela prática de um crime de tráfico de pessoas na forma tentada”, segundo decisão da 5.ª Vara da Secção Judiciária do Estado de Goiás.
A extradição já foi requerida e diferida para depois de concluído o processo (e cumprida eventual pena) que começa a ser julgado na quinta-feira, às 9h00.
Em Portugal, Janete Pires já tinha sido condenada pelo Tribunal de Ourique, por dois crimes de corrupção activa em Outubro de 2006, e pelo Tribunal da Covilhã, por um crime de violação da interdição de entrada no país (imigração) em Setembro de 2009.

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